Hey!! ^^ Bgd pelos comments, people :D Aqui ezta mais um post, com outra pic random (monta feita pela je x'D) btw, vai aparecer uma pers nova, q é da Magui-chan ^^
15º Capítulo:
Seth seguiu o seu caminho até ao hospital e dirigiu-se ao
quarto de Emily Esta encontrava-se acordada, e, ao vê-lo, um grande sorriso
iluminou a sua cara.
-
Voltaste – disse ela, radiante. Seth assentiu, sentando-se ao seu lado.
-
Eu disse que voltava – relembrou, sorrindo. Lembrou-se então da razão pela qual
tinha ido ali: precisava de contar a Emily o que estava prestes a fazer.
- O
que se passa? – perguntou Emily, intrigada, ao notar a expressão preocupada
presente no rosto de Seth. Ele suspirou, derrotado, começando a fazer festas no
cabelo dela.
-
Emily, há uma coisa que tenho de te contar – confessou, evitando contacto
visual. – Eu... O Logan descobriu que o clã do Peter se está a afastar de
Seattle.
- E
isso é bom, não é?
-
Não temos a certeza. Podem estar a montar-nos uma armadilha para que baixemos a
guarda.
-
Então... Como é que podemos ter a certeza de que estamos a salvo?
- A
única maneira de ter a certeza é se os seguirmos durante uns tempos.
-
Durante uns tempos? – repetiu Emily, com medo de encarar o que aquilo queria
realmente dizer.
-
Vou estar fora durante, pelo menos, uma semana, talvez mais.
- Então e eu? Não me podes deixar, assim, do nada!
-
Emily... – começou ele, tentando ignorar as lágrimas que se estavam a formar
nos olhos dela. – Tu vais ficar com o Logan. E com a Riley, claro. Eles vão
tomar conta de ti.
-
Mas eu quero que tu tomes conta de mim! Se te fores embora, não me vou sentir
segura, e não vou saber se estás bem.
-
Não tens de te preocupar comigo. Preocupa-te apenas em manteres-te a salvo.
-
Mas, Seth... – começou ela, só que Seth interrompeu-a com um beijo na testa.
-
Amo-te – murmurou, demorando um pouco a afastar-se dela; assim que o conseguiu
fazer, desapareceu num ápice. As lágrimas de Emily escorriam-lhe pela cara,
embora ela quisesse que parassem. Mas não conseguia. Não conseguia fazer com
que o seu coração deixasse de trabalhar.
Enquanto
isso, Riley tinha acabado de chegar a casa, pois calculava que Seth fosse ter
com ela lá. Ao entrar, reparou que tinha uma mensagem no atendedor de chamadas,
por isso, carregou no pequeno botão que se encontrava vermelho.
- Riley,
querida, sou eu de novo – a voz da sua mãe ecoou por toda a casa. Riley
suspirou, pois sabia exactamente o que se seguia.
-
Hm, imagino o que será... – murmurou sarcasticamente, dirigindo-se para a
cozinha.
- Já
sei que és tu, porque a Emily nunca se lembra de ver as mensagens. Mas, de
qualquer das formas, liguei para avisar que a empresa quer que eu e o teu pai
fiquemos mais tempo para outra conferência. Não sei ao certo quando voltamos... – Riley murmurava as palavras ao mesmo tempo que o atendedor de chamadas,
enquanto preparava um chá, pois já ouvira aquelas palavras tantas, mas tantas
vezes... Por vezes, pensava que a mãe limitara-se a gravar a sua voz uma vez e
que depois a passava cada vez que eles tinham de prolongar a sua estadia em...
Onde quer que eles estivessem.
-
Adoro-vos às duas – finalizou ela, em coro com a voz da mãe, à medida que dava
sinal de fim de mensagem.
Levando
a caneca de chá na mão, Riley carregou no botão para apagar a mensagem e
deixou-se cair no sofá, encostando a cabeça para trás. Há já duas semanas que
ela não via os pais... E optou por não lhes contar do ‘acidente’ de Emily. Não
valia a pena preocupá-los, e, para além disso, Riley queria ver quanto tempo
eles iriam demorar a voltar de livre vontade.
- O
Seth ainda não chegou? – perguntou Logan, aparecendo. Em circunstâncias
normais, Riley ter-se-ia assustado, mas, desta vez, ela nem se mexeu. Em vez
disso, limitou-se a beber um pouco de chá e a fitar o vazio.
-
Se não está aqui, é porque ainda não chegou... – murmurou, num tom quase
inaudível. Logan estranhou o facto de Riley não ter falado num tom frio, e
sentou-se ao lado dela, procurando na sua mente algo para dizer, sem que
parecesse que ele estava preocupado.
-
Então... Como correu com o Josh? – perguntou, num tom indiferente, embora
quisesse bater a si mesmo por ter dito aquilo. Era óbvio para ele que Riley não
queria falar no assunto, mas aquela fora a única coisa de que se lembrara.
Riley apenas encolheu os ombros.
-
Foi normal – respondeu, bebendo mais um pouco de chá. Logan ia falar, mas foi
interrompido por Seth, que entrou dentro de casa.
-
Desculpem a demora – disse, sentando-se na poltrona à esquerda de Riley.
-
Despediste-te dela? – perguntou Riley, ainda sem olhar para ninguém,
concentrando-se apenas no chá. Seth assentiu.
-
Não foi fácil, mas consegui explicar-lhe o que se passava. Agora, quanto à
vigilância... Seria mais fácil se o Logan pudesse estar sempre com a Emily,
mas, com os vossos pais... – começou ele, só que Riley abanou a cabeça, em
sinal negativo.
-
Não te preocupes com os nossos pais, eles não vão estar cá durante uns tempos.
Faz os planos que quiseres...
-
Nesse caso, está decidido. Tudo bem por ti, Logan? – perguntou Seth, olhando
para ele. Logan encolheu os ombros.
-
Acho que sobrevivo... – comentou, com indiferença. – Como é que te podemos
contactar?
-
Não podem. É melhor assim. Preciso de fazer todos os possíveis para que não
reparem em mim enquanto estiver no rasto deles. Se notar que se passa algo de
errado, volto logo, ou então arranjo maneira de entrar em contacto com vocês.
Quanto menos souberem, melhor – explicou. Logan ia replicar, mas foi
interrompido por Riley.
-
Tudo bem – concordou ela, levantando-se. – Vou ao hospital ver quando é que
podem dar alta à Emily.
-
Logan, vai com ela – lembrou Seth. Logan assentiu, não muito contente. – Vou
para a floresta, e depois parto.
-
Eu vou andando para o carro – informou Logan, saindo. Seth sabia que ele não
gostava de despedidas e era óbvio que não queria dar parte fraca em frente de
Riley.
-
Bem, por muito que não queira admitir, vou ter saudades tuas, Ri – comentou
Seth, numa tentativa de a animar. Riley assentiu, desta vez, mais consciente do
que se passava à sua volta.
-
Tenta não morrer, ok? – pediu, pondo as mãos nos bolsos e fitando os pés.
-
Vou tentar – garantiu, aproximando-se dela para a abraçar. Foi aí que se
lembrou que Riley não gostava de demonstrações de afecto e limitou-se a esticar
a mão, à espera que ela a apertasse. Riley riu-se e abraçou-o.
-
És mesmo parvo... – murmurou, apoiando a sua cabeça no ombro dele. Seth esboçou
um sorriso, à medida que ela se afastava. – Ai de ti que morras – ameaçou. Seth
assentiu.
-
Não vai acontecer, não te preocupes.
-
Não estou preocupada – disse, indignada.
-
Claro que não. Até breve, Riley – despediu-se ele, desaparecendo. Ao ver que
estava sozinha, Riley suspirou. Agora, cabia a ela proteger a irmã...
-
Demoraste... – comentou Logan, quando ela saiu. – Foi assim tão emocional a
vossa despedida? – gozou, mas Riley optou por ignorá-lo.
-
Cala-te e entra no carro, vampiro de meia-tigela – retorquiu, indo para o lugar
do pendura. Logan sorriu, em parte, feliz por ver que ela já estava de volta ao
seu estado normal.
Quanto
a Seth, este estava agora a deslocar-se pela floresta a uma velocidade
alucinante, determinado a encontrar Ray e os outros vampiros. Foi aí que ouviu
barulhos que sabia que foram causados por um vampiro. Dirigiu-se ao local onde
ouvira esses barulhos e calculou que fosse alguém do clã de Peter; aproximou-se
então do vampiro, já com as presas de fora. O vampiro virou-se de repente, e
Seth empurrou-o contra uma árvore, pronto a atacá-lo para poder sacar
informações.
-
Convém olhares antes de atacar, Seth, pensava que já sabias isso – murmurou.
Seth afastou-se e viu uma rapariga com cabelos castanhos encaracolados que, com
a luz, pareciam ligeiramente dourados; tinha a pele muito branca e os seus
olhos eram em tons de cinza.
- O
que estás aqui a fazer? – perguntou, confuso. A rapariga sorriu.
-
Voltei. De vez. Estava com saudades tuas – explicou, passando a mão pela cara
dele. Seth pareceu surpreendido.
-
Vais mesmo ficar cá? – perguntou. Ela assentiu. – Nesse caso, preciso que me faças
um favor.
Entretanto,
Riley e Logan encontravam-se no carro, seguindo por um atalho que Logan
indicara.
-
Cá para mim, estamos mas é perdidos... – murmurou Riley, olhando pela janela.
-
Lá porque tu não sabes o caminho, isso não quer dizer quer estejamos perdidos –
replicou ele.
-
Não, mas se tu não sabes o caminho, quer dizer que estamos perdidos.
-
Eu sei o caminho – afirmou. Riley ia responder, até que ouviu barulhos.
- O
que será aquilo? – perguntou. Logan encolheu os ombros.
-
Provavelmente, algum animal.
-
Aquilo não é de um animal – insistiu, saindo do carro ainda em andamento e
aventurando-se pela floresta.
-
Riley! – chamou ele, parando o carro e indo atrás dela. Encontrou-a parada em
frente a outra rapariga. Que não parecia ser humana...
-
Logan? – disse a rapariga, correndo até ele e abraçando-o. Logan ficou
surpreendido, mas foi Riley quem se surpreendeu mais.
-
Melanie, o que estás aqui a fazer? – perguntou ele.
-
Voltei – informou, sorrindo.
-
Vocês conhecem-se, huh? – murmurou Riley, deixando-se encostar a uma árvore, e
observando-os.
- A
Melanie é irmã do Seth, também é vampira, como deves calcular – explicou,
voltando a concentrar-se na rapariga. – Como assim voltaste?
-
Apenas decidi que estava na altura de vir para casa. E, para mais, o Seth
pediu-me que protegesse uma tal Emily. Não me contou grande coisa, disse que tu
depois me explicavas.
-
Tu vais ajudar a proteger a Emily? – repetiu Riley, incrédula.
-
Tu deves ser a Riley, o Seth falou-me de ti. Acho que nos vamos dar bem –
comentou, esboçando um sorriso e olhando depois para Logan. Riley fitou-os, sem
querer acreditar naquilo.
-
Vocês só podem estar a gozar... Eu vou para o carro – avisou, afastando-se.
-
Então e eu? – perguntou Logan, confuso.
-
Podes ir com a tua amiga, diverte-te – ripostou, desaparecendo da linha de
vista deles. Era preciso ter lata...! Desde quando é que ela precisava de ajuda
para proteger a própria irmã? Se essa tal Melanie achava que se iam dar bem, o
melhor seria desenganar-se.