Hey, peeps!! :D brigado pelos comments ^^ voces rulam!! bem, aqi esta outro cap, com uma imagem completamente random, mas linda *___* (baba!) pra qem n conhece, o actor é o James Lafferty (One Tree Hill), a minha mais recente paixão x) anyways, passando a coisas q vos interessem :P este cap foi um bcd à toa, metia práí conversas buede filosoficas, ignorem a nha falta de imaginaçao hj, tou td dorida e nem sinto os braços, preciso de um desconto x) here it is:
14º Capítulo:
O silêncio havia invadido o pátio em frente ao hospital de
Seattle. A tensão que ali pairava era de uma dimensão tremenda, e o ambiente
era de cortar à faca. Desviando o olhar de quem se encontrava à sua frente,
Riley franziu o sobrolho e levantou-se sem dizer nada.
- Vais mesmo continuar a ignorar-me? – perguntou, à medida
que ela parava de andar, mas ainda sem se virar.
- Dá-me um razão para não o fazer – replicou Riley
friamente. Josh suspirou e aproximou-se dela, pegando-lhe no pulso e puxando-a
para longe de Logan, que, na verdade, parece ficar bastante incomodado.
- Riley, eu só quero saber como está a Emily – informou
ele. Riley afastou logo o seu pulso dele e virou a cara.
- Não precisavas de vir ter comigo para isso. E, já agora,
porque queres ver a Emily? Até parece que te dás com ela...
- E dou-me. Caso não tenhas reparado, Riley, eu até gosto
da Emily, já desde que nós andávamos.
- Sim, realmente tu parecias gostar de muitas raparigas
quando nós andávamos... – ripostou ela, pondo as mãos nos bolsos e fitando o
céu, enquanto evitava contacto visual.
Josh soltou outro suspiro. Era mais que óbvio que Riley
nunca o iria perdoar pelo seu erro e que eles nunca poderiam voltar a ter uma
conversa em que ela não o insultasse nem se fechasse dele. Na verdade, Josh era
uma das poucas pessoas que a conhecia bem. Ele sabia que Riley nunca era capaz
de se abrir para ninguém e foi por isso que ele demorara tanto a conseguir
aproximar-se dela. E, honestamente, Josh odiava-se a si mesmo por ter cometido
o erro de trair a confiança de Riley quando ele sabia o quão difícil era para
ela confiar em alguém.
- Ouve, tu tens razão, eu fiz uma asneira enorme. A sério.
Mas eu estava bêbedo, Ri, juro que não tinha intenção...
- De me magoar? – interrompeu ela, num tom zangado. – Pois
foi isso mesmo que fizeste, Josh. Não sei como podes esperar que ignore por
completo o teu erro apenas porque estavas bêbedo. E tu tens noção de como eu
não gosto de admitir estas coisas, mas eu estou magoada. Muito... E não é dum momento
para o outro que vais conseguir voltar a ganhar a minha confiança. Aliás, não o
vais conseguir fazer de maneira nenhuma.
- Continuo a achar que não me podes recriminar assim só
por um erro. Foi a primeira vez que fiz asneira, Riley.
- E podes crer que será a última.
- Ok. Se queres ser assim, força. Mas eu continuo a
dizer-te que não vou desistir assim tão facilmente. Não vou desistir de nós nem
vou desistir de ti – garantiu ele, afastando-se.
Riley fez um esforço para manter a sua expressão inalterada,
mas a verdade é que as palavras de Josh haviam mexido com ela. Como era suposto
ficar indiferente a tal coisa? Quer dizer... Ele até tinha razão, ele estava
bêbedo e não media o que estava a fazer... Mas Riley abanou a cabeça, afastando
estes pensamentos absurdos. Ela nunca o iria perdoar.
Enquanto isso, Josh tinha conseguido descobrir o quarto
onde Emily se encontrava e decidiu ir ver como ela estava. Só não estava a
contar que Seth lá estivesse.
- Josh! – surpreendeu-se Emily, ao vê-lo. Este sorriu, aproximando-se
ligeiramente da cama dela.
- Desculpa, não sabia que tinhas companhia.
- Não se preocupem, eu deixo-vos a sós – apressou-se Seth
a dizer, dando um beijo na testa de Emily e saindo do quarto. Josh esboçou um
sorriso e sentou-se ao lado dela.
- Como estás? – perguntou, colocando uma mecha de cabelo
por detrás da orelha dela. Emily encolheu ligeiramente os olhos.
- Bem, acho eu. Os médicos dizem que o perigo já passou, e
que agora só preciso de descansar.
- Isso é bom. Mas... O que foi que aconteceu, ao certo? –
quis ele saber. Emily hesitou. Não lhe podia contar, isso estava fora de
questão. Mas também lhe custava muito mentir a um amigo...
- Se queres que te diga, não sei bem... Fui dar um passeio
nocturno pela floresta e... Comecei a sentir-me tonta e isso e acho que
desmaiei. Não te consigo explicar muito bem, na verdade... – mentiu ela,
entretendo-se a brincar com os próprios dedos para não ter de o encarar. Josh
assentiu, não muito convencido. – Falaste com a Riley? – perguntou, numa
tentativa de mudar de assunto, ao reparar na expressão preocupada dele.
- Sim, mas mais valia não o ter feito... – explicou ele,
suspirando. – Ela nem me quer ver à frente, quanto mais falar comigo...
- Josh, tu sabes que ela é assim. Só precisa de tempo. Ela
ainda gosta de ti, por muito que lhe custe a admitir. É por isso que está a
fazer de tudo para te manter afastado dela, porque não quer sair magoada outra
vez.
- Isso eu sei, mas o que sugeres que faça? Não consigo
falar com ela, mas também não posso simplesmente ficar de braços cruzados, pois
não? – retorquiu. Emily assentiu, percebendo o dilema dele. A verdade é que
eles os dois sempre tiveram maneiras de pensar semelhantes, por isso, tudo
aquilo que Josh estava a dizer já tinha passado pela cabeça dela.
- Bem, não tenho a certeza se consigo ajudar, mas deixa-me
falar com ela. Pode ser que a consiga fazer mudar de ideias – sugeriu Emily,
sorrindo. Josh fez o mesmo, contente por ter conseguido (de certa forma)
arranjar uma solução para o seu problema.
Entretanto, Riley havia-se afastado do hospital sem sequer
avisar ninguém, pois precisava de espairecer. Toda aquela situação com Josh
pusera-a a pensar... Talvez ela precisasse de deixar de ser tão casmurra e,
pelo menos, tentar outra vez como ele. O pior que podia acontecer seria ele
traí-la outra vez, mas aí Riley encarregar-se-ia de o fazer pagar. Mas, por
outro lado, uma relação baseada em desconfiança era o mesmo que nada...
- Ainda achas bem andar na floresta sozinha, depois de
tudo o que já aconteceu? – perguntou Seth, aparecendo do nada. Riley olhou em
volta, surpreendida. Já estava a andar há tanto tempo que nem reparara que
tinha ido parar à floresta.
- Distraí-me... – desculpou-se. – E também precisava de
aclarar as ideias, depois de isto tudo.
- Pois, eu vi o teu ex. Ele foi ver como estava a Emily –
informou ele. Riley encolheu os ombros, tentando manter-se indiferente.
- Como é que ela está? – perguntou, mudando de assunto.
- Está bem, diz que a única coisa que ela quer agora é
sair dali. Mas, voltando àquilo do ex...
- Seth, não há nada para falar acerca disso. O tipo é um
idiota que não sabe quando deve desistir, por isso, cansa-se por algo que nunca
vai conseguir recuperar.
- Esse ‘algo’ sendo tu? – brincou Seth, numa tentativa de
aliviar o ambiente. Riley fitou-o com um olhar céptico. – Ei, já pensaste que,
só talvez, ele faz isso porque ainda te ama?
- O Josh é incapaz de amar seja quem for. Para ele, o
mundo não vai Para lá da sua própria sombra – ripostou ela, cruzando os braços
e encostando-se a uma árvore. Num ápice, Seth subiu a essa mesma árvore,
sentando-se num tronco mais robusto. – Vocês, vampiros, têm uma panca qualquer
por se sentarem em árvores... – murmurou, à medida que Seth se ria.
- Tens passado muito tempo com o Logan, estou a ver – observou
ele. Riley encolheu os ombros.
- Demasiado tempo, se queres que te diga. Quase que está a
ficar humano.
- Dizes isso como se fosse uma coisa má.
- E é. Não gosto de humanos, pelo menos, não no geral.
Deixam-se levar demasiado pelas emoções e isso impede-os de pensar em
condições. Se abdicassem dos sentimentos, talvez fossem capazes de se
concentrar no que é realmente importante.
- E o que é realmente importante, Riley?
- Sobrevivência. No fim, tudo se resume a isso. A vida é
uma simples batalha entre o bem o mal, os fracos e os fortes. Se a conseguires
ganhar, é sinal que sobreviveste, que és um vencedor.
- Eu não vejo as coisas assim. Quer dizer... Podes
conseguir sobreviver, mas isso não implica que ganhaste. De que adianta viveres
se não aprecias a vida? Vê a minha situação, por exemplo. Segundo a tua
filosofia, eu sou um vencedor. Na verdade, é muito mais do que isso: eu escapei
à morte.
- Mas isso não significa nada, há milhares de pessoas que
desafiam a morte todos os dias, eu incluída, embora o faça mais por piada do
que propriamente por necessidade. De qualquer das formas, porque queres viver
para sempre se não há nenhuma coisa para a qual vives?
- Tu também não tens nenhuma coisa para a qual vives.
- Por isso mesmo. Eu acho que os humanos dão demasiada
importância a ninharias e esquecem-se de aspectos que tomam por garantidos.
- Tens noção que também és uma humana, não tens, Riley? –
lembrou Seth, esboçando um sorriso trocista. – Mas... Não penses na vida como
uma guerra. Pensa nela como... Uma canção. Todas as canções acabam, mas isso
não é razão para deixar de apreciar a música.
Riley ia replicar, até que ouviram passos.
- Bem, por muito que me custe interromper as vossas
conversas filosóficas, e acreditem que isto estava a ser bastante divertido,
acho que é melhor avisar-vos que o Ray e os outros vampiros estão a afastar-se
daqui – disse Logan, aproximando-se. Riley arqueou uma sobrancelha.
- E isso é bom? – perguntou, intrigada. Seth desceu da
árvore num pulo.
- Significa que estão a desistir – murmurou ele.
- Ou então é isso que eles querem que nós pensemos – fez
notar Logan. – Devíamos segui-los para ver para onde vão.
- Mas isso não quer dizer que os têm de seguir durante
muito tempo? – lembrou-se Riley, intrigada. Seth assentiu.
- Vamos ter de estar fora durante, no mínimo, uma semana –
explicou.
- Mas... E a Emily? Se eles vos estiverem a enganar, a
Emily vai estar desprotegida.
- Bem visto. O melhor será... – começou Logan.
- O melhor será eu ir – afirmou Seth, interrompendo-o.
- Porquê? – perguntaram Riley e Logan ao mesmo tempo,
surpreendidos.
- É como a Riley diz, as emoções metem-se no caminho e
fazem-nos esquecer do que é realmente importante. Será melhor que tu fiques com
elas, Logan, tenho a certeza que serás capaz de te abster dos sentimentos.
- Que sentimentos? – estranhou ele.
- Exactamente. Vou despedir-me da Emily, falamos antes de
partir – avisou Seth, dando um beijo na testa de Riley e desaparecendo
rapidamente.
- Eu não acredito nisto... – murmurou Logan, incrédulo.
- Eu também não... Se aquele otário me volta a dar um
beijo na testa e a ser condescendente comigo, juro que lhe ponho uma bala na
cabeça!
- Não estava a falar disso, parva. O Seth quer mesmo que
eu fique uma semana inteira com vocês! – queixou-se, passando a mão pelo
cabelo. – É nestas alturas que preferia não ser imortal.
- Tens razão, pôr uma bala também na tua cabeça resolvia
as coisas... – replicou Riley, afastando-se em direcção ao hospital, deixando
Logan sem resposta.