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**Aishiteru**

_kawai_
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meu outu free :D:D
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meu free i da taty! =D





olá gente!


obrigada pelos coments!


e deixem-me dizer que já andei a ler as conversas q umas meninas andam a ter no msn e farto-me de rir..xD opah, vocÊs são demais. é que não é só uma, não sao imensas conversas. oh, acho q fazem muito bem! ^^


bem, hoje tive o meu exame oral do First Certificate com uns senhores muito velhinhos e engraçados..e eles devem ter ficado a pensar q eu era maluqinha da cabeça porq eu respondia a quase todas as perguntas com "studying". opah, neste momento é a minha vida, estudar...infelizmente...-.-


bem, não me vou prolongar senao nao tenho tempo de comentar tudo, e qero ver s consigo! ^^


fiqem com o caps.


pic random, é o q s faz agora mesmo certo. Musiqinha ja não tao random. acho q é uma boa banda sonora para este momento. hope you agree with me! ^^


99ºCapítulo – O encontro falhado


[Flashback]


Magui – Eu quero voltar a andar naquilo!


Magui e Zack estavam no mesmo parque de diversões onde tinham começado a andar. Estavam de mãos dadas, com um sorriso, enquanto passeavam por aquele lugar que lhes era tão especial.


Zack – Nos cavalos de carrossel?


Magui – Sim, tens alguma coisa contra isso?


Zack – Oh, não, não! Façamos as vontades à criancinha.


Zack abraçou-a num gesto de protecção, como um pai a uma filha, e riu-se.


Magui – Criancinha? Mas quem é que teve medo da casa assombrada?


Zack – Tu também tiveste!


Magui – Oh, sim, mas não foi de um fantasma que era mesmo mesmo falso.


Zack – Vamos lá andar no carrossel.


Magui – Sim, sim, quando a conversa não te interessa mudas de conversa.


Zack – Queres ir ou não?


Magui – Sim, sim. Vou só à casa-de-banho, ok?


Zack – Ok, ok, eu fico aqui à espera.


Magui foi a correr, não por estar com pressa, mas porque lhe apetecia. Porque quanto mais rápido fosse, mais rápido voltaria, mais rápido estaria com ele. E era isso que ela mais queria.


Mas talvez preferisse não o ter feito. Quando voltou, quando o começou a ver de longe, viu que ele não estava sozinho.


Era uma rapariga. Tinha um papel numa mão e uma caneta na outra. Devia ser uma fã a pedir um autógrafo. Mas não foi só um autógrafo que ela recebeu. Ela esticou os braços, embora a diferença de altura entre eles fosse praticamente insignificante porque o Zack não era propriamente muito alto, e colocou-se á volta do pescoço de Zack. Ele não fez nada. Não reagiu. Depois ela aproximou os lábios dela dos dele e eles tocaram-se.


Magui viu tudo. Ele não podia dizer que tinha sido um mal entendido, ou que tinha sido a rapariga a beijá-lo e ele tinha parado logo. Ela tinha visto tudo. A rapariga, a suposta fã, beijou-o, era verdade, mas ele não tinha feito nada para impedir isso. E não parou o beijo, não a afastou. Simplesmente, deixou que ela o beijasse.


Magui não precisou de ver mais nada. Virou costas e foi para a paragem de autocarro. Pouco tempo depois o telemóvel tocou. Era ele. Ela pensou em ignorá-lo, mas se o tinha que enfrentar mais cedo ou mais tarde que fosse já.


“Zack – Magui? Onde estás? Caíste da sanita a baixo, rapariga?”


Magui – Como é que ainda és capaz de fazer piadas?


“Zack – Ah? Que se passa? Onde estás?


Magui – Vou-me embora.


“Zack – Estás na paragem? Porquê? Onde vais?”


Zack foi a correr para a paragem. Ele percebia. Só havia uma explicação e ele tinha feito asneira.


“Zack – Magui, porque é que vais embora?”


Magui – Porque já não faz sentido termos este encontro. Nada disto faz sentido, percebes?


“Zack – Não, Magui… Eu…”


Ele percebia, mas não o queria dizer. Não queria admitir que tinha feito asneira.


“Zack – Eu estou a chegar. Por favor espera por mim.”


Mas o autocarro tinha chegado. E ela não ia esperar, uma coisa era enfrentá-lo pelo telemóvel, outra era ter que ver a cara dele outra vez, os lábios que outra rapariga beijou enquanto ela o deixou a sós por dois minutos.


Magui – Zack eu odeio-te! És um insensível, percebes? Insensível!


Magui desligou o telemóvel, ao mesmo tempo que Zack se aproximava da paragem. De longe, viu-a entrar e berrou:


Zack – Magui, espera!


Mas Magui não esperou. Entrou no autocarro e fez a viagem sem derramar uma lágrima. No entanto, quando chegou a casa não conseguiu conter o choro. Não era tristeza, era raiva… Pôs um CD no computador, o CD que Zack lhe tinha dado quando marcou o encontro com ela, no dia em que ele se declarou a ela. Disse-lhe que já a achava especial desde o primeiro dia em que ele a viu. Como é que ela acreditou? Amor à primeira vista não existe!


Magui – Só mesmo eu e a minha ingenuidade para acreditar numa coisa destas…


Magui atirou com as almofadas para a parede, uma e outra e outra vez.


Aquela imagem não lhe saia da cabeça. Aquele beijo. Era o encontro deles os dois e depois aquela rapariga. Que parvo!


Ele não passava de um aspirante a celebridade, um Casanova sem sentimentos!


[De volta ao presente]


Keira – Poça, que coisa. Sinceramente, que ódio. Porque é que ele ia fazer uma coisa dessas?


Magui – Homens, Keira. Nem todos são como o Deni.


Magui lembrava-se de quando o Deni se tinha declarado, de quando ele tinha aceite que não dava para ter nada com Magui, de quando ele se tinha sentido culpado pela suposta traição de Keira com o Léo, de quando ele tinha composto a canção para a Keira, de todas as vezes que ele tinha sido um querido para ela, apesar de lhe custar muito tirar a sua faceta de rapaz tímido, sempre na sua.


Keira – Isso não é desculpa, Magui. Ele não te podia fazer uma coisa dessas. E vocês não falaram depois disso, certo?


Magui – Não, nem quero. Eu não quero mais ver a cara dele.


Keira – É claro que queres. Vocês têm que esclarecer isso.


Magui – Não há nada para esclarecer. Eu vi tudo. Com os meus olhos.


Keira – Ai, que coisa! Agora precisava da Diana. Hum, o que é que ela diria? Ah, (tentando imitar a voz da Diana e levantando o punho) o que ele merecia era umas boas lambadas, socos e pontapés e coisas assim! Exacto, é mesmo isso que vamos fazer. Vamos a casa dele oferecer-lhe purrada!


Magui – Diana, não se sei se isso é boa ideia.


Riram-se as duas.



Quando Keira chegou a casa, subiu apressadamente as escadas até ao sótão. A varanda estava aberta, o que queria dizer que a Niela estava lá, provavelmente a cantar para a Lua, como ela gostava.


Mas ela não estava sozinha.


Mike – Oh, Keira, ainda bem que estás aqui. Dá-me uma ajudinha.


Mike estava a tentar pegar na Niela. Ela estava deitada no chão, numa posição não muito confortável.


Keira – O que se passa? O que lhe aconteceu? O que é que ela tem?!


Mike – Calma, não stresses, ainda a acordas.


Keira – Acordas?


Mike – Ela está só a dormir. Deve ter adormecido. Eu vim cá acima buscar um livro para a mãe e vi-a assim. Vá, ajuda-me que ela aqui ainda apanha uma constipação.


Keira – Só a dormir…


Keira suspirou de alívio e aproximou-se para pegar nas pernas da prima. Por um lado, era bom. Significava que o seu papel de conselheira amorosa por hoje estava cumprido. O resto ficaria para o dia seguinte.



Ty – Calem-se! Tchuu!


Ty agarrou a almofada, para tentar abafar o som. Mas aquilo não parava. E não era uma melodia bonita. Era irritante. Era demasiado irritante para quem estava a tentar dormir.


Parecia uma campainha. Uma e outra e outra vez. Uma mesma campainha que se repetia. E depois parecia alguém a bater na madeira. E a campainha. E o batimento.


Ty – AHHHHHHH!


Ty levantou-se de um salto com as mãos a esfregar a cabeça.


Ty – SILÊNCIO!!!! Oh, é a porta.


Atirou a almofada contra a porta e depois foi abri-la. Era Zack, estava com um ar muito mau mesmo, muito desfeito.


Ty – Porque é que será que eu hoje não posso dormir? Não podias ter aberto com a tua chave?


Zack entrou em casa meio tonto e sentou-se no chão.


Zack – Desculpa, eu sou um estúpido. Eu sei, eu sei. Desculpa.


Ty – Tu estás bêbado?


Zack – Eu sei, eu sei. Sim, sou um bêbado estúpido. Desculpa.


Ty – Sim, estás. Mas não penses que te vou fazer um café ou o que quer que seja. Dorme aí no chão que ficas bem e quando acordares preparas. Eu vou dormir.


Fechou a porta e voltou a deitar-se no sofá, colocando de novo a almofada nas orelhas para abafar os lamentos do Zack que só pararam quando ele adormeceu.


Zack – Eu sei, desculpa. Eu sou um estúpido. Eu não te mereço. Desculpa. Eu sei, eu sei…


 


então, q achastes? Tadinho do Ty...xD sim, eu tenho mais pena do Ty do q da magui. lol porq eu sou uma pessoa q preza muito as suas horas d sono e q ODEIA quando as mesmas são perturbadas..xD


Bem, o proximo caps (q vai ser o 100 YEY!) vai trazer mais novidades.. e como fiz no caps anterior, a antevisão vai ser assim:


MJ – Bem, vocês também não vão ficar aqui para sempre, certo? Nós pertencemos a Nova Iorque.


Ty – Sim, acho que tens razão. Bem, se os SunFlakes forem mesmo importantes para cada um de nós tenho a certeza que nos voltaremos a juntar. Afinal, ainda temos um disco para editar.


MJ – Vou ter com a Niela. Vou-lhe dizer.


Zack – Eu vou falar com a Magui hoje. Se ela não me perdoar, eu vou para Nova Iorque também.


Ty – Oh, boa. Acho que vamos todos então.


 


Ruisa corria o mais depressa que podia. Eles eram amigos, os amigos ajudavam-se uns aos outros, os amigos pediam ajuda uns aos outros. Mas ele não lhe tinha contado nada, apesar de estar a sofrer, apesar de precisar de ajuda, não lhe tinha dito nada. E ela, ela tinha-se zangado com ele, tinha-o abandonado quando ele mais precisava. Que raio de amiga era ela?



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